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A Samarco Mineração S.A (Samarco) forneceu mais informações sobre os esforços de resposta e recuperação após o rompimento de sua barragem de rejeitos de Fundão e da barragem de água de Santarém em Minas Gerais, Brasil.

Saúde dos peixes

A Samarco informou os resultados do mapeamento contínuo do Rio Doce. Um estudo realizado no início de dezembro pela empresa ACQUA Consultoria confirma a existência de peixes no rio, individuais e cardumes.

Com o uso de técnicas de sonar, a equipe estudou um trecho de 670 km entre a foz do Rio Doce e a UHE Risoleta Neves (barragem de Candonga). Eles foram capazes de detectar a existência de peixes nas áreas afetadas pela pluma de turbidez e também nos afluentes não afetados do Rio Doce. Outros estudos de monitoramento serão realizados para determinar a identidade das espécies presentes.

Material dos rejeitos

A Samarco confirmou em seu balanço de 60 dias que as avaliações de satélite apresentaram que o volume de materiais de rejeitos liberado durante o rompimento da barragem foi de aproximadamente 32 milhões de metros cúbicos. Aproximadamente 85 porcento dos rejeitos liberados foram retidos dentro de 85 km da barragem de Fundão. Portanto a quantidade de rejeitos liberada é significantemente menor do que algumas estimativas iniciais que foram de mais de 50 milhões de metros cúbicos.

Além disso, a Samarco realizou várias atividades para estabilizar os rejeitos liberados e prevenir que mais materiais entrassem no sistema do Rio Doce. Essas atividades incluem a construção de diques de contenção de rejeitos e revegetação ao longo dos rios Gualaxo e Doce. A revegetação nativa visa reduzir o risco de erosão durante chuvas intensas.

Está planejada a dragagem da barragem da usina de Candonga o que também melhorará a qualidade de água.

Manutenção da barragem

A Samarco informa que os trabalhos de reparação e reforço do dique Selinha acima da barragem de Fundão no complexo Germano está completo. A Samarco confirma que continua a reforçar a barragem de água de Santarém que transbordou, mas reteve um pouco dos rejeitos da barragem de Fundão.

Qualidade da água do Rio Doce

Os laudos das empresas responsáveis pelo abastecimento das cidades afetadas ao longo do Rio Doce confirmam que as instalações de tratamento de água ao longo do Rio Doce estão operacionais e capazes de efetuar o tratamento de água para consumo humano e uso agricultural e industrial.  Trabalhos também estão sendo desenvolvidos por várias organizações, incluindo Samarco, Copasa, empresas de abastecimento de água e prefeituras para controlar quaisquer impactos contínuos às usinas hidrelétricas devido ao acúmulo de sedimentos e turbidez.

Conforme informado nas atualizações anteriores, outras análises independentes do rio efetuadas pelo Serviço Geológico do Brasil e pela Agência Nacional de Águas também confirmaram as avaliações anteriores de que o material de rejeitos liberado não é tóxico.

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