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A BHP Billiton tem observado a variedade de reportagens da imprensa e comentários do público sobre a composição dos rejeitos liberados acidentalmente pela barragem de Fundão, da Samarco, em Minas Gerais, Brasil, no dia 5 de novembro de 2015.  

Os rejeitos que entraram no Rio Doce são compostos de materiais de argila e lodo, provindos da lavagem e processamento de terra contendo minério de ferro, que é naturalmente abundante na região. Com base em dados disponíveis, os rejeitos são considerados quimicamente estáveis. Eles não alterarão sua composição química na água e permanecerão no ambiente como solos normais na bacia hidrográfica. 

A Agência Nacional de Águas (ANA) e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) continuam a coletar, analisar e a elaborar relatórios sobre as amostras de água e sedimentos no Rio Doce.  

Os resultados dessas amostras em 14 de novembro de 2015 indicam "que as concentrações de metais obtidas nesses locais não diferem significativamente dos resultados produzidos pela CPRM em 2010". Os resultados publicados em 20 de novembro podem ser encontrados online.

Além disso, a Samarco emitiu um comunicado hoje indicando que novos testes realizados pela SGS GEOSOL Laboratórios após o incidente confirmam que os resíduos da barragem de Fundão não são nocivos à saúde humana. 

Os comunicados da Samarco podem ser encontrados no site: www.samarco.com e em outros canais online.

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